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Precisando de inspiração para encarar 2016? Bora lutar!!!

Ali
Escrito por Luciana Barreto

A lição de quem aproveitou o reconhecimento individual para lutar pelo coletivo.

“Ele morreu de tristeza”. Foi assim que Zezé Motta classificou a morte do colega Antonio Pompêo, ator brilhante, e ativista na luta contra o preconceito racial. Zezé foi além. “Meu amigo estava recluso, deprimido com a falta de oportunidades de trabalho… essa é a realidade”, revela a atriz.

Zezé Motta - Pompêo

Zezé Motta – Pompêo

A falta de oportunidades para os atores negros foi denunciada também pela atriz norte-americana Viola Davis em 2015. “A única coisa que separa mulheres negras de qualquer outra pessoa é a oportunidade”, bradou a atriz agraciada pelo prêmio Emmy já na primeira indicação. Viola dedicou a estatueta aos roteiristas e alfinetou: “você não pode ganhar um Emmy por papéis que não existem”.

As palavras de Viola Davis rodaram o mundo. É um vídeo carregado de emoção e denúncia. É o que chamamos de inspirador. Foi assim também que a jovem escritora nigeriana Chimamanda Ngozi Adichie  usou seu próprio exemplo e revelou a trajetória “colonizada” de uma criança africana e o quanto a representatividade é importante na construção da identidade no universo infantil. Da mesma forma que Muhammad Ali denunciava o racismo com perspicácia e “bom-humor”, contando histórias da sua infância. Quem não parece estar muito bem-humorada é a “garota raivosa” que chocou os internautas em três minutos de realidade na veia.

Pompêo

Pompêo

Se você está naqueles dias em que dá vontade de deixar tudo como está, recomendo uma dose de inspiração. E vamos lutar!

 

Sobre a Autora

Luciana Barreto

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