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Carolina e Gustavo, esperança na luta contra o racismo

carol
Escrito por Luciana Barreto

Vídeos que viralizaram em 2015 mostram que discutir abertamente qualquer tipo de preconceito é o melhor para o país.

Dia desses uma entrevistada me contava como uma criança conhecida dela vinha superando o preconceito. A menina estava sofrendo “bullying” das amiguinhas durante a seleção para a apresentação teatral da escola. A peça era “A Branca de Neve”. E a garotinha tinha que lidar com os comentários de que não poderia se candidatar porque era negra.  Até que a estudante, cansada, resolve responder e sai com a seguinte pérola: “Eu prefiro ser preta igual ao petróleo que branca como a neve. O petróleo tem valor. E a neve, serve pra que?!”

A história me veio à mente, não pela briguinha infantil ou pelo racismo que as crianças sempre sofreram veladamente ou silenciosamente, mas pelo poder de fala e posicionamento dessas crianças. É um pequeno exemplo de como discutir as diferenças têm sido importante para o país. Estamos vendo surgir e florescer uma geração que não tem medo de discutir.

Abaixo, os exemplos de Carolina e Gustavo, dois dos muitos meninos e meninas desta geração que marcaram 2015, início da Década do Afrodescendente, com discursos empoderados e positivos.

Carolina: https://www.youtube.com/watch?v=d1d0JxGTGOg

Gustavo: https://www.youtube.com/watch?v=mo-on7ikYi4

Sobre a Autora

Luciana Barreto

1 Comentário

  • Uma das coisas que fica claro, e a forma diferenciada em que o MTST coordena a Ocupacao Carolina de Jesus. Diferentemente de outras ocupacoes dirigidas por outros movimentos mais “tradicionais” de luta por moradia, o MTST pauta uma organizacao do cotidiano da ocupacao, de fato, coletiva.

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